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Pode-se comer presunto durante a gravidez? Recomendações básicas

presunto durante a gravidez

Poucas renúncias são tão difíceis como a de uma boa fatia de presunto. Por isso, quando chega a gravidez, a dúvida surge quase imediatamente: será preciso dizer adeus ao presunto durante a gravidez ou existe alguma forma de continuar a saboreá-lo?

A resposta, como quase sempre, tem as suas nuances. É importante compreender de onde vem a recomendação de prudência e quais as opções que existem para não ter de abdicar totalmente de um dos grandes prazeres da nossa gastronomia.

Na César Nieto, especialistas em presunto ibérico e em produtos derivados do porco ibérico, entendem que informar-se bem também faz parte do prazer. E numa fase tão especial, ter as ideias claras ajuda a decidir com tranquilidade.

Por que razão o presunto suscita dúvidas durante a gravidez

A precaução não tem a ver com a qualidade do produto, mas sim com um parasita chamado Toxoplasma gondii,responsável pela toxoplasmose. Trata-se de uma infeção que, no dia a dia, costuma passar quase despercebida, mas que, se for contraída pela primeira vez durante a gravidez, pode vir a afetar o bebé.

Eis a chave: o presunto é uma carne curada, não cozinhada. Ao contrário de um guisado, não é submetido a altas temperaturas que eliminem possíveis parasitas. A isto acrescenta-se, em menor medida, a precaução habitual face à listeriose em alimentos prontos a consumir. Daí que a recomendação geral seja a prudência, não o alarme.

Dicas para desfrutar do presunto durante a gravidez de forma segura

A boa notícia é que abdicar completamente não costuma ser a única saída. Existem duas formas que proporcionam muita tranquilidade. A primeira é saber que está imune: se as análises o confirmarem, o risco desaparece na prática. A segunda é o calor, porque qualquer presunto incorporado num prato cozinhado — migas, um guisado, um creme morno — deixa de representar um problema.

Resta ainda o congelamento, a recomendação mais repetida ao longo dos anos: manter o presunto durante vários dias a cerca de -20 °C ajuda a inativar o parasita, e um presunto fatiado e embalado a vácuo revela-se muito prático para esse efeito.

É importante saber, no entanto, que estudos recentes sobre o presunto curado de longa maturação indicam que o próprio processo de cura, quando prolongado, reduz significativamente a presença do parasita. Daí que, atualmente, nem todos os guias coincidam quanto à necessidade de congelamento.

Perante esta nuance, o mais sensato é simples: siga sempre as indicações do seu médico ou parteira e as recomendações oficiais em vigor. E opte por um produto de qualidade e bem conservado, como um bom presunto de bellota, elaborado com um processo de cura cuidadoso do início ao fim.

E quanto aos restantes enchidos ibéricos?

A mesma lógica aplica-se a outros enchidos ibéricos curados. O chouriço, o salchichão ou o lombo partilham com o presunto o facto de não serem submetidos a cozedura, pelo que convém tratá-los com a mesma prudência: seguir as orientações da sua parteira, quer seja consumindo-os cozinhados, quer tomando as precauções necessárias.

Se lhe apetecer variar, pode aplicar este mesmo critério a qualquer opção da gama de embutidos ibéricos naturais. E a melhor notícia vem a seguir: uma vez terminada a gravidez, todos eles regressam à mesa sem restrições, prontos para recuperar o tempo perdido e voltar a saboreá-los com calma.

Desfrutar com sensatez também é desfrutar

A gravidez não tem de significar dizer adeus para sempre ao presunto. Com algumas precauções simples — o congelamento, a cozedura ou a tranquilidade de saber que está imunizada — é possível continuar a apreciar aquele sabor de que tanto gostamos e reencontrá-lo plenamente mais tarde.

Se quiseres ter à mão um bom produto para quando chegar a altura, podes descobrir com calma a seleção de produtos da César Nieto.

Perguntas frequentes sobre o presunto durante a gravidez

Pode-se comer presunto durante a gravidez sem riscos?

É possível comer presunto durante a gravidez, desde que se tomem algumas precauções. O motivo da cautela é a toxoplasmose, uma infeção que só representa um problema se for contraída pela primeira vez durante a gravidez. Se uma análise confirmar que já estás imunizada, normalmente poderás consumi-lo sem problemas. Se não estiveres, as opções mais seguras são comê-lo cozinhado num prato quente ou, de acordo com as orientações que te forem indicadas, congelá-lo previamente. É importante saber que, atualmente, existe algum debate sobre se o congelamento é imprescindível no caso do presunto de cura prolongada. Por isso, e porque cada situação é diferente, o mais prudente é consultar o seu médico ou parteira, que avaliará o seu caso específico e lhe dará as orientações mais atualizadas para estes meses.

É preciso congelar o presunto para o comer durante a gravidez?

É a recomendação clássica, embora hoje em dia haja algumas nuances. Congelar o presunto durante vários dias a cerca de -20 °C ajuda a inativar o parasita da toxoplasmose e, durante muito tempo, foi considerada a principal precaução a tomar com o presunto durante a gravidez. No entanto, alguns estudos recentes sobre o presunto curado de longa cura sugerem que o próprio processo de cura, quando suficientemente prolongado, reduz de forma muito significativa o risco, pelo que nem todas as orientações consideram já o congelamento imprescindível. Como o tempo de cura nem sempre pode ser verificado em casa e cada gravidez é diferente, o mais prudente é seguir as indicações do teu médico ou parteira e as recomendações oficiais, que são quem te pode dar as orientações mais atualizadas para o teu caso.

O que acontece se eu estiver imunizada contra a toxoplasmose?

Se os exames realizados no início da gravidez revelarem que já teve toxoplasmose, o seu organismo gerou defesas e o risco desaparece, na prática. Nesse caso, a maioria dos profissionais confirma que é possível consumir presunto durante a gravidez sem precauções especiais. Ainda assim, a imunidade deve ser sempre confirmada por um exame, nunca por uma suposição, porque muitas pessoas acreditam ter tido a infeção sem que isso seja verdade. Por isso, a primeira recomendação é verificar os resultados com o teu médico ou parteira antes de dar nada como certo. Com essa informação clara, poderás tomar decisões sobre a tua alimentação com total tranquilidade.

O presunto cozido é seguro durante a gravidez?

Sim. Quando o presunto é cozido e atinge uma temperatura suficiente, o calor elimina o parasita responsável pela toxoplasmose, pelo que deixa de representar um risco durante a gravidez. Por isso, incorporá-lo em pratos quentes é uma excelente alternativa para continuar a desfrutar do seu sabor: migas, caldo, sopa cremosa ou salteado são opções muito apreciadas. A precaução aplica-se apenas ao presunto cru curado, não ao que foi cozinhado. Em qualquer caso, e tal como com qualquer dúvida sobre a alimentação nesta fase, o ideal é consultar o seu médico ou parteira para ajustar a sua alimentação à sua situação específica.

Pode-se comer presunto durante a gravidez? Recomendações básicas

Poucas renúncias são tão difíceis como a de uma boa fatia de presunto. Por isso, quando chega a gravidez, a dúvida surge quase imediatamente: será preciso dizer adeus ao presunto durante a gravidez ou existe alguma forma de continuar a saboreá-lo?

A resposta, como quase sempre, tem as suas nuances. É importante compreender de onde vem a recomendação de prudência e quais as opções que existem para não ter de abdicar totalmente de um dos grandes prazeres da nossa gastronomia.

Na César Nieto, especialistas em presunto ibérico e em produtos derivados do porco ibérico, entendem que informar-se bem também faz parte do prazer. E numa fase tão especial, ter as ideias claras ajuda a decidir com tranquilidade.

Por que razão o presunto suscita dúvidas durante a gravidez

A precaução não tem a ver com a qualidade do produto, mas sim com um parasita chamado Toxoplasma gondii,responsável pela toxoplasmose. Trata-se de uma infeção que, no dia a dia, costuma passar quase despercebida, mas que, se for contraída pela primeira vez durante a gravidez, pode vir a afetar o bebé.

Eis a chave: o presunto é uma carne curada, não cozinhada. Ao contrário de um guisado, não é submetido a altas temperaturas que eliminem possíveis parasitas. A isto acrescenta-se, em menor medida, a precaução habitual face à listeriose em alimentos prontos a consumir. Daí que a recomendação geral seja a prudência, não o alarme.

Dicas para desfrutar do presunto durante a gravidez de forma segura

A boa notícia é que abdicar completamente não costuma ser a única saída. Existem duas formas que proporcionam muita tranquilidade. A primeira é saber que está imune: se as análises o confirmarem, o risco desaparece na prática. A segunda é o calor, porque qualquer presunto incorporado num prato cozinhado — migas, um guisado, um creme morno — deixa de representar um problema.

Resta ainda o congelamento, a recomendação mais repetida ao longo dos anos: manter o presunto durante vários dias a cerca de -20 °C ajuda a inativar o parasita, e um presunto fatiado e embalado a vácuo revela-se muito prático para esse efeito.

É importante saber, no entanto, que estudos recentes sobre o presunto curado de longa maturação indicam que o próprio processo de cura, quando prolongado, reduz significativamente a presença do parasita. Daí que, atualmente, nem todos os guias coincidam quanto à necessidade de congelamento.

Perante esta nuance, o mais sensato é simples: siga sempre as indicações do seu médico ou parteira e as recomendações oficiais em vigor. E opte por um produto de qualidade e bem conservado, como um bom presunto de bellota, elaborado com um processo de cura cuidadoso do início ao fim.

E quanto aos restantes enchidos ibéricos?

A mesma lógica aplica-se a outros enchidos ibéricos curados. O chouriço, o salchichão ou o lombo partilham com o presunto o facto de não serem submetidos a cozedura, pelo que convém tratá-los com a mesma prudência: seguir as orientações da sua parteira, quer seja consumindo-os cozinhados, quer tomando as precauções necessárias.

Se lhe apetecer variar, pode aplicar este mesmo critério a qualquer opção da gama de embutidos ibéricos naturais. E a melhor notícia vem a seguir: uma vez terminada a gravidez, todos eles regressam à mesa sem restrições, prontos para recuperar o tempo perdido e voltar a saboreá-los com calma.

Desfrutar com sensatez também é desfrutar

A gravidez não tem de significar dizer adeus para sempre ao presunto. Com algumas precauções simples — o congelamento, a cozedura ou a tranquilidade de saber que está imunizada — é possível continuar a apreciar aquele sabor de que tanto gostamos e reencontrá-lo plenamente mais tarde.

Se quiseres ter à mão um bom produto para quando chegar a altura, podes descobrir com calma a seleção de produtos da César Nieto.

Perguntas frequentes sobre o presunto durante a gravidez

Pode-se comer presunto durante a gravidez sem riscos?

É possível comer presunto durante a gravidez, desde que se tomem algumas precauções. O motivo da cautela é a toxoplasmose, uma infeção que só representa um problema se for contraída pela primeira vez durante a gravidez. Se uma análise confirmar que já estás imunizada, normalmente poderás consumi-lo sem problemas. Se não estiveres, as opções mais seguras são comê-lo cozinhado num prato quente ou, de acordo com as orientações que te forem indicadas, congelá-lo previamente. É importante saber que, atualmente, existe algum debate sobre se o congelamento é imprescindível no caso do presunto de cura prolongada. Por isso, e porque cada situação é diferente, o mais prudente é consultar o seu médico ou parteira, que avaliará o seu caso específico e lhe dará as orientações mais atualizadas para estes meses.

É preciso congelar o presunto para o comer durante a gravidez?

É a recomendação clássica, embora hoje em dia haja algumas nuances. Congelar o presunto durante vários dias a cerca de -20 °C ajuda a inativar o parasita da toxoplasmose e, durante muito tempo, foi considerada a principal precaução a tomar com o presunto durante a gravidez. No entanto, alguns estudos recentes sobre o presunto curado de longa cura sugerem que o próprio processo de cura, quando suficientemente prolongado, reduz de forma muito significativa o risco, pelo que nem todas as orientações consideram já o congelamento imprescindível. Como o tempo de cura nem sempre pode ser verificado em casa e cada gravidez é diferente, o mais prudente é seguir as indicações do teu médico ou parteira e as recomendações oficiais, que são quem te pode dar as orientações mais atualizadas para o teu caso.

O que acontece se eu estiver imunizada contra a toxoplasmose?

Se os exames realizados no início da gravidez revelarem que já teve toxoplasmose, o seu organismo gerou defesas e o risco desaparece, na prática. Nesse caso, a maioria dos profissionais confirma que é possível consumir presunto durante a gravidez sem precauções especiais. Ainda assim, a imunidade deve ser sempre confirmada por um exame, nunca por uma suposição, porque muitas pessoas acreditam ter tido a infeção sem que isso seja verdade. Por isso, a primeira recomendação é verificar os resultados com o teu médico ou parteira antes de dar nada como certo. Com essa informação clara, poderás tomar decisões sobre a tua alimentação com total tranquilidade.

O presunto cozido é seguro durante a gravidez?

Sim. Quando o presunto é cozido e atinge uma temperatura suficiente, o calor elimina o parasita responsável pela toxoplasmose, pelo que deixa de representar um risco durante a gravidez. Por isso, incorporá-lo em pratos quentes é uma excelente alternativa para continuar a desfrutar do seu sabor: migas, caldo, sopa cremosa ou salteado são opções muito apreciadas. A precaução aplica-se apenas ao presunto cru curado, não ao que foi cozinhado. Em qualquer caso, e tal como com qualquer dúvida sobre a alimentação nesta fase, o ideal é consultar o seu médico ou parteira para ajustar a sua alimentação à sua situação específica.